Primeiras férias (sozinha) com os avós

É verdade. Este ano, pela primeira vez, a Leonor foi passar 3 dias com os avós… sozinha!
Nada de pais, nada de “regras de pais”.
Durante 3 dias estiveram em vigor todas as “regras de avós”: muita diversão, muita comida, muito amor, muito carinho, muita palhaçada, muitas corridas, sestas de 2 horas (pelo menos!) e noites de sono que duram até às 9h30 do dia seguinte (what???).
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Foi fácil fazer as malas porque, como toda a gente sabe, ir de férias com os avós significa que nunca trazemos roupa suja, ou seja, mesmo que só mandemos 3 mudas de roupa, avó que é avó lava à mão, estende e seca, sem medos!
Avó que é avó não se atrapalha!
Dá conta do recado sempre!
Avó que é avó “estraga” os netos com mimos e não se importa com isso, porque, na verdade, não tem que se importar. E quando falo aqui na avó, falo também no avô, claro.
Afinal de contas, os avós representam os pais, mas cheios de “açúcar”, cheios de mel.
Mas vamos começar do início…
Malas feitas! O carrinho acabou por ficar em casa, porque o carro dos meus pais já ia cheio e, de qualquer forma, a Leonor já gosta pouco de lá andar enfiada. Só anda se for “obrigada”.
Os avós dispensaram o carrinho da bebé e a bebé agradeceu.
Os avós também dispensaram a cadeira da papa, porque os avós não complicam.Agoranósostrês_férias1Os meus pais vieram buscá-la bem cedo. A Nonô andava excitadíssima com a ideia de ir para a piscina e para a praia com a avó Fatinha e o avô Zé. Malas dentro do carro, recados dados (os pais têm sempre tantos recados, não é?), bebé na cadeira auto…
Tens os documentos dela?” e toca a arrancar.
Esse momento foi, talvez, aquele que mais custou. Ver o carro a ir embora e o Martim a dizer “agora não há volta a dar, já foi“.
Pronto, já está! Doeu, mas não foi o fim do mundo em cuecas.
A viagem correu lindamente – a minha mãe é a Maior e ligou-me logo assim que chegaram, claro. Porque avó que é avó ainda se lembra de quando era só Mãe.
A Nonô adormeceu quase a chegar ao destino – um clássico!
Não estranhou nada, perguntou UMA vez pelos pais.
Adorou almoçar e jantar no “restaurante” e ir ao café e passear.
Delirou com a piscina e as novas braçadeiras da Skye que os avós compraram.
Amou a praia e os castelos na areia construídos pelo avô.

Resumindo: divertiu-se tanto que o nosso coração esteve sempre tranquilo.
Assim, aproveitámos para fazer uma série de coisas a 2: ir jantar fora, ir ao cinema, ir à praia (e ficar estendidos na toalha – já não me lembrava da sensação! ahahaha), ver um filme em casa, dormir até às 11h00 (como assim?!!).
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Foi um misto de sensações: entre as saudades da pequenina e o saborzinho bom de não ter horas para nada.
Com uma certeza ficámos: foi óptimo para nós, para ela e para os avós, por isso, é para repetir, sem dúvida.
E sim, claro que nem todos temos a sorte de poder contar com os avós, mas quem tem… aproveite! E aproveite enquanto eles têm força e energia para brincar – se vissem o meu pai a correr com a Nonô até se passavam! ahahaha 😉
Dizia-me uma amiga que “os nossos filhos são do mundo” e é tão verdade isto!
Eles passam 9 meses dentro da nossa barriga – tenho imensas saudades desta fase maravilhosa!! – e depois uma série de tempo em que são SÓ nossos ou em que nós temos a perfeita ilusão de que sim – será isto? Mas eles são do Mundo e têm o Mundo pela frente.
Cabe-nos a difícil tarefa de os preparar para esse Mundo! E nada melhor do que os confiar às pessoas em quem mais confiamos – os Avós.
Obrigada Mãe! Obrigada Pai!

 

 

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