Treinar com um PT depois dos 30: porquê?

Treinar com um PT (para quem não sabe, Personal Trainer) era algo que estava completamente fora dos meus planos. E depois dos 30 então… nunca pensei!
Nunca ponderei. Nunca quis.
No entanto, confesso que sempre senti curiosidade, mas só este ano dei o passo em frente.
Importa aqui contextualizar o seguinte: quando a Leonor nasceu, o ginásio (e tantas outras coisas!) ficaram pra 2º plano. Sempre treinei bastante, quem me conhece sabe que sou fã e que adoro treinar!
Faz-me bem à alma… e, claro, ao corpo! Mas com uma bebé tão pequenina e tão dependente, as minhas idas ao ginásio começaram a ser cada vez mais espaçadas.
Isso começou a desagradar-me.
E só me cabia a mim mudar!
E mudei, para melhor, com a ajuda dos melhores!

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Há 1 ano decidi inscrever-me num novo ginásio, mais perto de casa.
Tinha ali um bocadinho ao final do dia para libertar energia e recuperar o fôlego.
Tudo sempre demasiado rápido, porque não queria perder o momento de deitar a minha bebé.
Chegava a casa, tomava banho a correr e já está: era toda dela novamente.
A coisa foi-se compondo. Eu já tinha entretanto mais do que recuperado o peso ganho na gravidez (14 kg!!) mas ainda não estava satisfeita com o meu “novo” corpo – retenção de líquidos, maior flacidez e uma diástase abdominal a precisar de ajuda.
(Pelo caminho – e vou colocar entre parêntesis de propósito – um problema na unha do pé que parece durar há eternidades e que me foi obrigando a fazer pausas no ginásio…)
Posto isto, decidi arriscar e sair totalmente da minha zona de conforto.
A minha ideia era fazer uma nova avaliação física e, eventualmente, contratar os serviços de um PT. Mas quem? Com o pouco tempo que eu passava no ginásio, mal conhecia os treinadores… e a única pessoa que me tinha feito uma avaliação e que me conhecia minimamente estava de licença de maternidade.
“Como é que eu faço isto?”
Pedi então ajuda à simpática Inês (da recepção) que rapidamente percebeu a situação e me encaminhou para o Pedro Graça.
Minha gente: fixem este nome!
Comecei por gostar logo da abordagem e da simpatia. E uma coisa fundamental aqui: o Pedro tentou perceber um bocadinho a minha história e o meu historial em termos de exercício físico. E parte importantíssima da minha história é a de que… fui Mãe!

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O nosso corpo passa por uma revolução e pêras! E quem diz o contrário mente!
Já quase nem me lembro das dores que senti durante o trabalho de parto (looooongo trabalho de parto), mas algumas mazelas ficaram e nunca mais desapareceram.
Posso dizer-vos que as minhas costas nunca mais foram as mesmas. Sim, claro que andar sempre com a Nonô ao colo não ajuda, mas eu andava com as costas feitas num 8 e posso dizer-vos que até uma terapeuta chamei a casa num dia pior em que já mal me mexia.
Acho que foi aqui que se deu o clique!


Decidi que tinha de me mexer mais – não que seja sedentária, mas trabalho muitas horas sentada em frente ao computador – e investir mais em mim!
Começar a trabalhar com o Pedro foi um investimento que fiz – e é um investimento que estou a fazer – na minha saúde!

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Em termos logísticos, e como sou eu que seguro as pontas em casa de manhã e à tarde, tive que abdicar da hora de almoço para poder treinar. Desta forma, e como sou uma pessoa disciplinada, consigo ir pelo menos 3 vezes por semana ao ginásio.
Finalmente acho que encontrei um caminho e consigo conciliar tudo: casa, Nonô, trabalho e treino.
Desde que iniciei este meu novo registo que me sinto muito melhor, com muito mais disposição física e mental e… adivinhem… as dores nas costas… simplesmente desapareceram. Não dá para negar! Eu precisava de me fortalecer – e continuo a precisar – mas o primeiro passo está dado!


Estou feliz! E os resultados estão à vista!
O Pedro orienta-me a semana: hoje fazemos isto, por isso amanhã vais fazer aquilo. E isto é brutal! Porque o nosso corpo precisa de estímulos diferentes.
Não adianta passarmos um mês a fazer SÓ trabalho de hipertrofia muscular, por exemplo!

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O ideal é fazer vários tipos de treino ao longo da semana. Acreditem que o corpo vai responder!
O meu às vezes responde que não se quer mexer porque tem dores (das boas!!), mas eu dou-lhe a volta e insisto! 🙂
Está quase na hora de fazer uma nova avaliação física e estou bastante curiosa, confesso. O meu grande objectivo é aumentar a massa muscular.
Mas o mais importante é ter motivação e manter o foco!
E não adianta comparar barrigas, rabos e pernas.
Cada um tem os seus, vá! E eu não quero ter a barriga da vizinha!
Temos é de trabalhar duro se queremos atingir determinadas metas.


A minha é, acima de tudo, ser saudável, forte e feliz!
E a vossa?

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