“Eu tenho um bebé pacanino na barriga, mamã!”

Como assim, filha?
“Eu tenho um bebé pacanino na barriga, mamã!”
Sim, já ouvi!
Bom, antes que se espalhe o boato: NÃO, não estou grávida e a Leonor não está a imitar a mamã! 🙂
Acontece que de há uns dias para cá ela repete isto várias vezes… e até faz festinhas na barriga!

“Olha mamã, está aqui um bebé na barriga da Nonô!”

A imaginação desta miúda está ao rubro e cada vez brinca mais ao faz-de-conta.
Eu adoro que assim seja, porque só aumenta a criatividade!

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Além disso, as crianças precisam de brincar sozinhas, de se entreter sozinhas, de saber estar e, sobretudo, de saber inventar em momentos de maior tédio. E se há coisa que a Leonor sabe, felizmente, é inventar! 🙂

E sempre que está entediada, não há tablets nem telefones – sorry!
Mas há o piano de brincar e os lápis e as canetas e folhas para pintar.
Há livros – muitos livros – e puzzles e carros e bonecos.

Cá por casa, e ao fim de 2 anos e meio, continuamos a acreditar que o caminho é por aqui.
Exemplo muito claro disso é a forma como ela já sabe de cor as histórias de alguns livros.

Os livros e os jogos à volta deles

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Fazemos um jogo muito engraçado todas as noites – que sugerimos, desde já – que consiste em começar a ler as frases e deixá-la completar cada uma delas.
Não só permite um desenvolvimento muito interessante da memória, como ainda lhe dá uma sensação maior de estar a fazer parte de um dos seus momentos preferidos do dia – obviamente que nem vale a pena dizer que há um ganho de vocabulário impressionante!

É aqui que preferimos exagerar, dar demais e dar a mais!
É aqui que pecamos por excesso, se é que a expressão se aplica aqui.

Como todos os meninos, a Leonor também vê televisão e também vê bonecos no telemóvel da avó (quando está na casa da avó). Simplesmente não é essa a rotina dela. E sim, é engraçado vê-la de olhos arregalados quando a avó lhe diz que lhe vai mostrar os desenhos. Segue-se um “a sério? Por favor!” que deixa qualquer um de coração amolecido.

A importância do tempo de qualidade com os avós

É por isto e tantas outras coisas que é importante as crianças passarem tempo com os avós – para que tenham perfeita noção das regras da casa de uns e da casa de outros.
E quem tem avós que os aproveite, pois são uma bênção, mesmo!

Fico feliz por termos proporcionado à Leonor, desde que nasceu, a oportunidade de estar com os avós. E é notório o Amor que há ali!
Dá gosto ver a Felicidade dela (e deles, claro está) de cada vez que se fala em ir visitá-los ou vice-versa.

E cabe-lhes a eles – avós – também um papel determinante na educação dos mais pequeninos. E é raro o dia em que sai de casa da avó Fatinha e do avô Zé, por exemplo, sem um livro.

Nós gostamos disso e, se depender de nós, os livros nunca serão demais, tal como a imaginação deste pedaço de bom caminho com 2 anos e meio! 🙂

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